De fato perdi o tesão de compartilhar minhas coisas com a frequência de antes, porém tenho produzido muito mais agora…
Não tenho mais conversado com pessoas como antes. Mas com as pessoas com quem tenho conversado, olho no olho, a conversa tem sido agradável, satisfatória e sem frescuras.
Vez ou outra eu vejo as coisas como os outros vêem, e me entristeço com isso.
Mudei tanto, me mudei, e no entando, tem coisas que nunca mudam. Mas agora não me sinto mais capaz de encontrá-las.
Vivi no dia da marmota por quase um ano, quase UM ANO!
Nesse período citado, revivi várias vezes o dia em que eu quebrei. Eu já falei sobre isso? Não me lembro ao certo quando foi. Mas um dia eu acordei passando mal, muito mal. Corri pro quintal, pra respirar, andar, e EU QUEBROU, sim.. isso mesmo… o EU QUEBROU, não eu… mas o meu eu… estilhaços pra todo lado… e no meio desse “salve-se quem puder” eu não pude sair correndo de mim… colapsei brutalmente. Doeu, doeu mesmo. Depois disso, eu parei de ser um macaco que finge que é gente, que finge que acredita que vive rodeado de pessoas que não são macacos que pensam que são gente… eu, cadê o eu? Nem precisava ser o meu, podia ser qualquer um, qualquer eu servia… só aqueles estilhaços não serviam.
Ah, se pelo menos meus ossos fossem de vidro ao invés do meu coração!}
Se pelo menos em minha alma perpetrasse um pouco, um pouquinho de razão.
MAS NÃO, EU TENHO QUE SER ESSA PARANÓIA ESFUZIANTE FUCSIA E FURTA COR!
Eu tenho um milháo de coisas pra contar, caramba, quanta coisa aconteceu nesse tempo, nesse mesmo tempo, que se repetiu todos os dias de maneira mononuclear e insípidamente ardida… ardia, a ilha Isabela arde, como deviam arder todas as meninas!
Eu sinto tanta falta de poder conversar com um amigo que tive, tanta falta tanta falta tanta falta tanta quanta.. quanta falta… quântica… o antigo cântico dos cantigos quânticos… meu amigo, que falta me faz, eu tinha 16h diárias de você todo dia.. quanta coisa tínhamos pra falar, quanta ainda tenho.
Perdi a pose, perdi a mão, perdi o dom da palavra cantada… agora é sono, sono, sono e mais nada… eu me lembro de você e ainda dou risada!
Nossa porque misturo tanto os assunto, isso não tem nada a ver com meu estilhaçamento… ou tem e eu é que não sabia?
Ah, quem se importa se o sabonete sobre a pia é líquido ou em barra?
Nós nos importávamos.
Ah, e quantas entrelinhas, quantas? QUANTAS?
Mas nada disso importa-a-a vou abrir a porta-a-a, pra você entrar… …. … … … … … … … … eh… assim funciona, eu acho.
Ah…
Estou quase terminando de sombrear… tive uma ideia tosca agora… talvez coloque em pratica… talvez…
OBRIGADA A TODOS, POR COMPREENDEREM MEU AFASTAMENTO.
É que existir é, ainda, aquele doce tormento que eu mesma invento…For those on the line and those on the make, we salute you!






tipo assim… serve?