w w w . s h a n t a l l . c o m

Tudo que vai…

setembro 24th, 2010

Alguém lembra desse?
Tinha passado o sketch desse pra uma caixa… mas gosto desses dois ai.. então resolvi, já que encontrei um suporte com o qual me identifico passar esse também pro papel.

Tô vendo o Billy Paul no ìdolos… putz eu amo o Billy Paul! Adorável! Pena que não está só no palco… porque se tem coisa que eu odeio é tenor cantando música popular. Acho enfadonho.

Deixa pra lá…

Preciso agradadecer a Telefônica, pelo péssimo serviço de banda larga prestado, pois raça a uma queda a conexão perdi esse post anteriormente, e eu tava muito nhenhenhem, mimimimi, e já passou auhauha

Tomei Eutonis. Tô nervosa por causa do meu gato que não está bem.
Alguém me leva no show do Billy Paul em Campinas? Bem que to afim de ir.

Tô chateada mesmo por causa do meu gato, me parte o coração.

Até perdi o sono =/

Mas vamos lá.

Vou explicar um dos meus poemas!

( a imagem que criei pra ilustrar aquele post, é uma figura hibrida, a quem eu chamei de “O humano de rapina”  interagindo com uma nanomolécula )

Nanotecnofagia

Vamos lá.

Minha doença, estabeleceu vínculos com a tecnologia.
( muitas das minhas patologias, psiquicas, ou físicas, estão diretamente ligadas ao uso excessivo do computador, portanto vinculadas a tecnologia, como exemplo, posso citar minha cefaléia cervicogênica, uma dor de cabeça de enlouquecer, que na verdade é de origem muscular, por ficar muitas horas deitada com o laptop sobre o abdôme, com o pescoço tensionado de maneira nociva)
Há cura.
nanotecnológica, genética
e invasiva.

( cada vez as curas estão também ligadas a tecnologia, a tecnologia nos invade como patologia e como cura )

Há novas patologias.
Geométricamente progressivas
e compulsivas.

( graças a tecnologia, a progressão de uma doença pode ser acompanhada em tempo real, como a pandemia h1n1, e também graças a tecnologia, que é o denominador comum que reduziu as distâncias, pode se observar a beleza da progressão geométrica que pode atingir a propagação de um vírus, por exemplo, a tecnologia nesse caso, é vetor de disseminassação, quando se trata de meios de transporte e meio de controle, e eu vejo beleza nisto, a cura e o dano residem na mesma moeda. )

Me ajoelho,
frente a curva da evolução,
que se apresenta de maneira quase vertical.

Um progressso geométrico, absurdo, noscivo e abençoado.
Quem ultrapassará o limite do gráfico primeiro?
Gordon Moore? Bill Joy? John von Newman?
Eu? Você?

( “Singularidade”. A idéia é que as tecnologias de várias áreas evoluem cada vez mais aceleradamente, se integrando e mudando rapidamente a realidade. Em um dado momento – a tal singularidade -, a curva da evolução ficara tão vertical que ultrapassará o limite do próprio gráfico. O termo “singularidade” foi emprestado da física. Lá, ele designa fenômenos tão extremos que as equações não são mais capazes de descrevê-los, como buracos negros, lugares de densidade infinita, que levam as leis da ciência ao absurdo. A idéia surgiu em 1950, com o matemático John von Neumann, um dos criadores do computador, que disse que as tecnologias poderiam chegar a um ponto além do qual “os assuntos humanos, da forma como conhecemos, não poderiam continuar a existir”. Desde então, a evolução rápida de varias tecnologias é um dos argumentos de que a humanidade pode um dia chegar a esse momento da virada.  Essa evolução parece seguir uma lógica. Um dos primeiros a notar isso foi o engenheiro Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, que formulou aquela que ficou conhecida como a “Lei de Moore”. Segundo a tal lei, o número de transistores em um mesmo espaço (e por conseqüência a capacidade de processamento dos chips) dobra a cada 18 meses. Ou seja, é uma progressão geométrica: cada vez o ritmo do avanço fica maior (se no primeiro período de 18 meses, a tal capacidade aumenta de 1 para 2, no vigésimo ela crescerá absurdamente de 524 288 para 1 048 576). Faca um gráfico e confirme você mesmo! Isso significa uma progressão absurda a partir de um ponto, cada vez mais tendida ao infinito. )
O FUTURO JÁ NÃO PRECISA DE NÕS!

(o cientista Bill Joy, co-fundador da Sun Microsystem e criador da linguagem Java. No artigo “Por que o futuro não precisa de nos” publicado há alguns anos na revista americana Wired, Joy expõe o perigo do desenvolvimento da genética, nanotecnologia e robótica para o futuro. Se você ainda não compreendeu o que significa essa evolução, e qual correlação existente com o termo singularidade, imagine o seguinte: A principio, a capacidade dos processadores dobraria a cada 18 meses – a mesma velocidade com que evoluem hoje. Como estarão mais rápidos, passarão a dobrar a cada nove meses, daí a 4,5 meses, e umas gerações depois, lá esta a SINGULARIDADE. Não é só na informática que os especialistas vem esse fenômeno. A nanotecnologia, a genética e a robótica têm evoluído em um ritmo parecido. Para o inventor Ray Kurzweil, um computador de mil dólares tem hoje a mesma inteligência de um inseto. No futuro, ele se igualara à capacidade de um rato, de um homem, e finalmente, de toda a humanidade.

Os contos de Grinn falarão sobre nanomoléculas que se autoduplicarão há cada mil segundos.
Em dez horas, sessenta e oito bilhões de nanomoléculas dariam o ar da SUA desgraça.

(A GRANDE QUESTÃO É: O que acontecerá se tivermos computadores tão inteligentes quanto nós e forem capazes de produzir processadores ainda mais rápidos? Para os mais pessimistas, o fim do mundo pode estar mais próximo do que imaginamos. Nada de cataclismo (um meteoro que atinge a terra) e também nada de guerra nuclear; a idéia é a seguinte: Imagine uma nanomolécula que se autoduplicasse a cada mil segundos, criando outra nanomolécula igualmente capaz de se autoduplicar. Em dez horas, a partir de uma unidade, nasceriam 68 bilhões de nanomoléculas. Agora imagine uma bactéria onívora (que come de tudo), feita com ajuda da nanotecnologia, que se replicasse nesta velocidade. Em alguns dias ela poderia reduzir a biosfera a pó.)

Humanos?
Não passamos de bactérias onívoras destruindo a biosfera.
Nós…
somos a nossa própria desgraça.

Existiremos?
Resistiremos?
Insistiremos?

Tanto faz!
Eu só sei que a MINHA doença estabeleceu vínculos com a tecnologia.

Espero que isso possa ter sido, ou parecido interessante pra alguém… eu vejo poesia em tudo…  embora eu  você não me entenda, não entenda o que eu quis dizer, embora eu não saiba e não ache necessário me explicar, porque meu dever é para comigo, para com a necessidade de me expressar, não quer dizer que, algo não tenha explicação… não faça sentido… embora você não veja o homem atrás da cortina, ele está lá! Às vezes, ao menos.

^^

Vou desenhar… e chega de dar explicações por hoje!

ORA-01403

setembro 19th, 2010

Ai eu resolvi que ia pintar, e imprimir um pouco da saudade…

Corações reciclados

setembro 17th, 2010

Estou escutando Stereo Total – J’aime l’amour à trois.

Passei a tarde pintando, depois fui tomar coalhada sentada na grama do quintal, tomando um solzinho junto com o Fiapo.

Fiapo é uma figurinha de 4 patas resgatada da rua, uma figuraça! Saio no quintal e ele me morde o dedão! Ele fica emocionado e faz xixi, mas ele tá mocinho, e tá parando com isso. só que ele acha que fez, mesmo quando não fez, ai ele olha o pipi dele pra conferir se ele fez ou não, é engraçadinho demais da conta esse piá peludo abobado!

Estou escutando Liszt – Liebestraum

Nossa que tristeza que isso me dá! É a saudade morfética que deu pra me atacar por esses dias…. caraleo essa música é de cortar os pulsos com faquinha de bolo Pullman!

O shuffle foi foda agora… 7 músicas que não dava mesmo pra escutar com saudades… caraleo!

Escutando The Dixie Hummingbirds – Angelic Gospel singers – One Day

Demais!!! A bunda sacode que é uma beleUza!

Terminei aquele desenho que tinha começado falando com o Gabriel.

Hoje fiz outro….

Sabe que eu to gostando dessa fase estrOnha pela qual to passando… só não to gostando dessa fase não estar passando… que estranho.

E eu não quero pensar no porquê.

Porque eu sei que no fundo eu sei que não é algo que eu possa resolver. Posso quando muito, me manter no caminho.

Ai, que maluquice a minha….
Vou passar o final de semana todo na piscina, comendo direitinho, e assistindo filminhouzz fofos.

xD

Tentando esquecer essa saudade maldita que me dilacera de vez em quando. O bom, é que o tempo passa, o ruim, é que a saudade aumenta conforme o tempo passa. Mas eu confio plenamente nos meus problemas de memória, eu esqueço tudo… esqueço sempre o que eu faço questão de me lembrar, sei que hei de esquecer o que preferia jamais ter lembrado.

Eu ainda me rendo por completo, ao apelo imagético que Sigue Sigue Sputnik exerce sobre mim!!!

Ah, fui… eu e minha saudade toda…

#merda

Estabelecendo conexões

setembro 16th, 2010

Hoje deu um banzo só!
Fiquei desenhando… consegui terminar esse acima… e comecei outro…

Tô com um vazio que não é fome, com um vazio que não é carência afetiva.. com um vazio que é saudade de uma pessoa, de duas aliás, duas saudades malditas que não passam e que me afastaram de um monte de gente. Porque pra não lembrar das pessoas que eu sinto saudades eu corto o contato com as pessoas que me lembram delas. Funcionar… funciona! Mas tem seu preço, e nenhuma garantia quanto as recaídas. De qualquer forma, é invitável sentir essa porreta de saudade de vez em quando! Ai.. sinto neh… e sinto daquele meu jah taum conhecido jeito de sentir as coisas… Água mole em pedra dura tanto arde até que cura o passarinho que não sabia o cu que tinha  era vidro e se quebrou, mas hein? Ah, vitrola!

Eu odeio sentir saudades, odeio, odeio coisa que dói e que band-aid num dá jeito de curar.

Tenho uma saudade que eh saudade de gente viva… essa saudade de gente viva dói que eh um horror, pq podia ser diferente.

Tenho uma saudade que eh saudade de gente morta… essa saudade de gente morta dói que eh um horror, pq naum pode ser diferente ¬¬

“E neste ignorar-me a ver-te, minto” – já dizia aquele poetinha lusitano de merda ( piada suja e sem graça )

Ai ai…

To consternada hoje… puxa vida… que merda ficar assim. O tempo não tá rendendo. Nunca vi o tempo passar tão rápido!

O tempo passa a saudade aumenta!

E eu tenho que ficar engolindo essa saudade cheia de açucar! Odeio saudade açucarada! Eu acho que a saudade é um coisa doce, mas doce de doer, doce de doer o ouvido como fiz o meu animal totêmico, dele eu tava com saudade também, mas a gente trocou ideia esses dias, putz esse Gabriel me entorta com as coisificações dele.

Mudando de assunto, eu fico me policiando pra escrever aqui, ou em qualquer lugar, pra não demonstrar o que eu sinto saudades e que essa saudade me incomoda um tanto.  Cada desenho que eu faço eu queria poder mandar pra duas pessoas verem, mas uma fez o favor de morrer e a outra faz o favor de não falar comigo.

Tem dia que tudo dói, menos existir, eu gosto tanto de existir que acho um disperdício de imaginação não existir vida após a morte.

Num tô acreditando em mais nada de uns tempos pra cá, em mais nada. Não que eu jah tenha acreditado muito em muitas coisas, mas em algumas eu acreditava porque tinha vivênciado umas coisas absurdas. Mas quando o absurdo se faz corriqueiro, a única coisa que resta é a fascinação.

Fascinação, tinta e suporte, é o que salva minha vida.

Eu tenho que salvar minha vida todos os dias pela manhã, e às vezes minhas manhãs começam as 4h da tarde. Hoje, apesar de estar acordada desde as 7am eu ainda não amanheci. Apesar da cara de pão amanhecido.

Sabe eu não me importo de ser estranha, não me importo de ser fora do cabo, nem me importo que falem mal de mim, ou que falem bem de mim, ou que me ridicularizem, não me importo mesmo… não estabeleço conexões com muitas coisas externas, mas eu me importo com a saudade que sinto, com o amor que sinto, com o pesar que sinto, com a culpa que sinto.

E sinto meu que eu já não sinta nada quando sinto que podia ter sentido mais mesmo que não fizesse nenhum sentido tal sentimento. Ai, que tormento. Eu nem sei se me faço entender, mas tbm… foda-se!

¬¬

Eu amo música, eu sou movida a música.

Tenho um gosto muito peculiar pra esse trem todo! Amo podreira extema, crust, grind, noise, porno grind, gore, sou apaixonada pela Callas, adoro música infantil, adoro umas coisas tri bregas, outras tri caipiras, outras muito vintages 10′s, 20′s… gosto de doo wop e tantas outras coisas… e pasme…

¬¬

Gosto de 30 seconds to mars!
Vai ver eh pq eu curto o Jared Leto, e por tabela simpatizei com a banda… vai ver eh pq curto uns pop rock crujcruj nhoin, mesmo!

Estava vendo que closer to the edge ganhou uns prêmios no vma, e sabe eu gosto desse som, por vários motivos…

Lógico a letra me lembra coisas que por nunca deviam ser lembradas, ou pra sempre esquecidas.

Tava aqui discutindo com uma pessoa, e mostrei o som, e o cara achou muito pop, acontece que ele escuta pop anos 80 auhau e escuta punk rock tbm, metade das coisas que ele escuta, na época eram custpidas pela outra metade das coisas que ele escuta. Fato, ele não viveu nos anos 80, e pra quem não viveu nos anos 80, ouvir ratos de porão e information society na mesma playlist eh algo em que conflito naum reside! Tá bom que nos anos 80 quem escutava Information Society não tomava uns tapa na oreia de quem escutava RDP auhauhauha

Enfim, Closer to the edge me faz ter um troço! Mereço?

Sacou a letra? Entendeu o PORQUÊ com CAPS?

eh… eu vivo lah ainda…
com uma coisa na minha cabeça …

Esse post ficou uns dias salvo como rascunho… bom… continuando…
Resolvi colocar todas as minhas mp3 e deixar no shuffle pra ver no que dah… ai que troço très bizzzzzarre!

Vamos lá entaum… eu tenho um amigo… um que vive do outro lado do lado de lá! E onde fica isso? Aqui, bem dentro da minha cabeça… e ele me deu umas coisas bem legais…

Sem ele eu naum teria os papéis que uso pra fazer minhas coisas… nem poderia estar conectando agora… existe no meu mundo de um jeito bem peculiar… importante e indivisível… Tipo o Mágico de Oz atrás da cortina!

E eu queria dizer, embora talvez ele nunca escute, que eu o amo profundamente por existir no mundo de Phoebe e Amábile… e que eu amo tudo que ele planta por aqui no meu dia-a-dia impregnado de significância ideias repetidas…

Estou escutando Transexformers sound system a música chama If .. shuffle dá nisso né xD

Minha mão sempre sai horrível em fotos… mas hoje ela está tri horrível mesmo… quando to sombreando os desenhos eu fico imunda… vish.. que tenho que cortar as unhas curtas senão ficam impregnadas de pigmento puro que não saem nunca mais… vaidado o cacete, nem vou ficar me preocupando com a unhas e a mão cheias de tinta quando o importante pra mim eh botar os troços pra fora…

ah.. to tri feliz com os livros que o… vou chamá-lo de ciclope, me deu…Olha soh que demais…

Tah!!! Morram de inveja! André Breton rox!!! O ciclope da realidade alternativa também.

Tem pessoas que lutam contra a solidão, que se sentem mal por estarem sozinhas, que gostariam de ser magnéticas, de atrair pessoas. Sinceramente? Mas bem sinceramente meeesmo… nunca tive problemas com isso. Eu sei lá porque, sempre atrai pessoas, a facilidade como ao meu redor sempre se formam grupos de pessoas chega a me irritar.  Vai ver é aquele lance de massa e gravidade auhauha…

As pessoas que me odeiam hoje, me odeiam porque eu, de alguma forma, ou de várias delas, as repeli, ou com minha estupidez, o que é peculiar dos rinocerontes… ( espécie pela qual cada vez mais sinto pertinência ), pessoas que  simplesmente não mais deixei entrar, nem na minha casa, nem no meu mundo. E que pra dizer a verdade, mal me lembro delas, pela merda do meu problema crônico de memória.

Eu não gosto de grupos, não gosto de comportamento de grupo, eu gosto é de fuçar neles… de entender quais são as fragilidades que fizeram com que aquele determinado número de pessoas virasse um cardume de carne ambulante… suportamente pensante… se reunissem em torno de algo que chamam de afinidade, pra que não tivessem que enxergar que querem apenas estar… safety in numbers … quanto mais forte percebo um grupo… mais fraco sinto os indivíduos…

Eu me torno forte na minha fraqueza escancarada, eu tenho feridas abertas, purulentas que nunca cicatrizam, e eu falo sobre elas, eu as mostro, e digo… NÃO ME TOQUE, ISSO DÓI E SE DOER EM MIM VOU FAZER DOER MUITO MAIS EM VOCÊ! Embora eu seja o cão que ladra e às vezes morde, eu geralmente, não mordo.  Eu engulo sem mastigar! Deve ser coisa de rhino também. Ai ai, ternura diáfana…

Eu luto contra a não solidão. Qual é a palavra que se usa quando alguém nunca fica em estado de solidão? Eu gosto de ficar, não digo sozinha, mas sem muitas pessoas, gosto de eco, de espaço, com raros momentos onde uma festa punk me agrada.

Sabe o que eu odeio, e odeio do tipo MUITO? Gente que julga a arte segundo seus parâmetros limitados a perspectivas e fundamentos aos quais nunca teve coragem de contestar, aceitou o condicionamento e pronto. Odeio gente que condena a arte. Exemplo. Eu não espero muito das pessoas da cidade onde eu cresci, mesmo as mais malucas, são partes de um rebanho. Outro dia conheci um carinha ai na net, e o cara parecia realmente legal, desplugado, até comentei com uma colega ” Acredita que conheci um cara daí que nem parece da tribo local?” … Não parecia mesmo. Indiquei que lesse um livro, um livro que sempre indico para as pessoas que acho que poder ter da arte um entendimento além do entendimento… Cem anos de solidão. Acho um livro bárbaro, eu ri de chorar com o começo dele! Por isso uso aquela expressão “Muito tempo depois, em frente ao pelotão de fuzilamento..”  … Tem coisas que eu escrevo, misturado as minhas coisas, que são referências a coisas que li, acho que uso como código pra conhecer pessoas, espero que alguém leia e pense, NOSSA ELA GOSTA DE CEM ANOS DE SOLIDÃO! E me mande um email dizendo que entendeu o que esquevi nas entrelinhas… espero tanto que pessoas me entendam além do entendimento, mas sempre tenho que me explicar. =/  Sou uma idiota mesmo, mal consigo ser bem entendida… Mas como estava dizendo, o cara disse que leu 40 páginas e ficou indignado com o que leu, porque leu algo sobre incesto ¬¬ MEU DEUS, QUE ISSO…. até parece que o livro fala de putaria em família! Que mente é essa que condena um livro, porque na história existe uma passagem que ele acha IMORAL?  A arte tem que ser MORAL? Então o que é imoral não presta pra ser lido? A imoralidade é algo que permeia tudo que se refere ao gênero HUMANO, quando não se fala sobre essas coisas, elas não deixam de existir, apenas existem à margem do nosso entendimento. E eu acho, que quando se trata de arte, não se deve ter esse tipo de discriminação. Sabem o que eu fiz? Quem me conhece vai dizer que eu meti a boca, discuti e briguei… pfff que nada! Nem perdi tempo. Vi que ia ser uma baita perda de tempo, deletei e bloquei. Não se condena a Arte. Ele podia ter lido e dito que não gostou, mas fazer um julgamento moral? Ah, não deu! Tchau e “bença” ! Ando tão sem paciência! Não admito perder tempo com coisas que são perda de tempo e não vão me dar nenhum prazer. Antes eu tinha o prazer egoísta, egocêntrico e ególatra de ficar discutindo com alguém apenas pra eu saber que tinha o poder de convencê-la do contrário, embora o que ela tivesse dito pudesse ser exatamente o que eu pensava auhauhauah é verdade, muitas vezes passei por idiota só pra ver no que dava!  Odeio quem se curva! Quem se curva demais mostra a bunda!

Uma única frase, e entendi com que tipo de pessoa eu estava lidando. Achei melhor me afastar. Pois não tenho mesmo, mais paciência, e quem condena pra mim é um tirano em potencial, é alguém pró censura, e isso eu não consigo tolerar! Aposto que se arruma e vai a missa! Bate o cartão, lê e relê aquele papelzinho vagabundo, sem nem pensar sobre o assunto e volta pra casa achando que cumpriu o seu papel…WTF?

UM BRAÇO DE DISTÂNCIA, PLEASE!

Vou cada vez pra mais longe.

Quando morava com meus pais. Me tranquei em um quarto, e aos 11 anos de idade passei 11 meses sem ter contato com quase ninguém. Eventualmente com a Andréia, minha querida…uma amiga alguns anos mais velha, hoje mãe, e diretora de escola, que posso dizer que me influenciou muito. Em uma fase muito precária da minha vida. Quando minha mãe morreu, ela estava lá e isso fez toda a diferença.

Sabem, eu sou trilili da cabeça… eu estou numa fase de produção intensa… tem dias que eu passo o dia todo escrevendo, e depois colo tudo pelas paredes… acho uma bosta e jogo tudo fora… o mesmo com alguns desenhos… então vou cuidar das plantas, salvar passarinhos, regar o gramado, chupar jaboticabas sentada no quintal, fiz um banco… mas ele não está pronto ainda.. tá quase… e o quase é o que me fode… odeio o quase.

Dei pra criar receitas, sempre amei cozinhar né… amo, de paixão, então fiz isto, comecei a anotar minhas receitas… eu já disse que eu adoUro a Etty Fraser? AMO de paixonite e tudo!

Eu disse que estou fazendo inglês novamente? Estou. Fiz 7 longos anos de inglês e nunca usei pra nada, enferrujou… voltei… estou vencendo 4 módulos básicos pra começar direitinho sem ter que rever nadinha…. cansa viu!

Eu falei sobre a bolsa amarela? Tá, então vou falar… eu tenho manias…. mania de viver em histórias… eu leio um livro e moro nele um tempo, um tempo que às vezes é um tempão.

Quando eu estava na 3ª série, eu tinha aula com a Dona Laís, eu estudava na Fundação Educacional de Jahu, e era uma criança feia e esquisita ( hoje eu ainda sou feia e esquisita mas acho que não sou mais criança )…  Enfim… ela mandou que lêssemos A BOLSA AMARELA. Eu li, e morei lá dentro da bolsa amarela por um bom tempo. Mas eu tenho a maldita mania da materialização. Então, um amigo, que na verdade é um fascinasção, que mora dentro de um livro que estou escrevendo, me deu uma. Mandou fazer e tudo.

Posso mostrar?

Alguém já leu esse livro? Pois bem…

Note que todos os habitantes da bolsa… estão dentro da bolsa… Afonso! Meu querido! E sabe neh… o bolso que mora dentro da bolsa é um bolso bebê e como todo bolso bebê tem um alfinete de fralda. xD as minhas vontades, todas eu escondi… elas estavam peladas hoje… acho falta de respeito que minhas vontades sejam expostas peladas aqui no meu blog ^^

O caramujo encaracolado encoleirado disse que é o cheiro da tinta que eu uso que está me deixando assim.  ¬¬

Ah, eu nem ligo se me acham fora do cabo, melhor fora do cabo do que coelhinho da duracell … tooooodos iguais!

Ah…  sabe que às vezes eu sinto uma saudade imensa daquele carinha que ficava deitado na cama com as pernas esticadas na parede, com uma saudade enorme da falta que me fazia falta, acho tri bom sentir saudades, é doce e ardida… não lhe parece bom?  Eu gosto bastante de sentir as coisas, e eu achei que em algum momento da minha vida, eu iria sentí-las de maneira mais amena, mais morna, mais comedida … pff, que nada…

Estranho isso, acho que criei um dispositivo anti-anestésico, a repetição massiva dos dias da marmota não me anestesiam, eu consigo viver o mesmo dia de maneira diferente por nem sei quanto tempo.

Eu já contei quantos kilos eu emagreci? 42k! É mole? xD já já eu chego lá! Seja lá onde seja o lá!

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