w w w . s h a n t a l l . c o m

kitsch xD

janeiro 21st, 2011

no more, no less

( coisas de gente apaixonada )

Bolhas de sabão…

janeiro 21st, 2011

Muita coisa na cabeça….

janeiro 21st, 2011

Free as a bird

janeiro 21st, 2011

¬¬

janeiro 19th, 2011

Descobri que eu odeio todos os meus desenhos ¬¬

nhenhenhem day

janeiro 18th, 2011

Dia de querer colo e chocolate quente gelado xD

Inconcebívelmente acontecido

janeiro 18th, 2011

dizer
o que não se diz

confessar
o incofessável

entregar

o que  já me  roubou

escutar

o que você não berrou

e fingir que não quero ver
que pela porta fechada você entrou

sentir
sentir
como posso não sentir
se você me atropelou

você deveria enxergar
o estrago que causou

Lupus

janeiro 15th, 2011

Foi mais ou menos assim.

janeiro 14th, 2011

Naquele dia, justo naquele dia, ela acordou do avesso.
Embora tivesse feito escova progressiva, seu cabelo parecia ter sido penteado com algum instrumento precário do período paleolítico.
Decidiu que ia prender o cabelo, colocar a primeira calça que estivesse pendurada, a primeira camiseta que estivesse na gaveta da direita pra esquerda, o primeiro calçado da primeira caixa de cima para baixo na sapateira, e o moletom que estava jogado na poltrona do seu quarto.

Assim, saiu de casa. De óculos. Se sentindo absurdamente normal. Nenhum signo que denotasse sua anormalidade.

Dentro do bi-articulado, nem se lembrava mais pra onde deveria ir, mas ia, devia ser automático, desceu dois pontos antes, para poder caminhar, como o médico havia recomendado. Para que deixasse o sedentarismo e melhorasse sua condição cardiorespiratória. Mas o que a fazia mesmo descer aqueles dois pontos antes. Era o menino da loja de discos.

Isto mesmo, o menino da loja de discos. Quantos meninos ainda tem uma loja de discos?

Aquele tinha.

E embora ela, até então, nunca tivesse encontrado, ou inventado coragem pra falar com ele, ela sabia exatamente o que ele iria dizer.

- Procurando algo específico?
( ela nem notou que estava parada em frente a loja, olhando pros vinis, só pra poder vê-lo de mais perto, naquele dia, justo naquele dia, ele estava escutando Ramones )
- You´ll never know how much I really love you…
- O que?
( “Cala a boca, idiota” – pensou ela sobre si mesma, ao perceber o que havia dito )
- Sabe, aquela música dos Beatles, que diz ” You´ll never know how much I really love you. You´ll never know how much I really care”
- Do you want to know a secret? Do you promisse not to tell?
( aquilo seria um diálogo?)
- Essa!
- Está nesse LP! – diz ele tirando o Yellow Submarine das mãos dela e lhe dando o Please please me.
- Ah, aqui, faixa 11.
- Isso. Mais alguma coisa?
- P.S. I love you.
- Nesse mesmo álbum. Faixa 9. – diz ele apontando para a faixa.

Ele tinha as unhas perfeitas. E não tinha pelos nos dedos, isso era demais. Ela imaginava que ele também não tivesse pelo sobre os dedos dos pés. De alguma maneira, e sem explicação aparente, ela cultivava uma certa aversão por pelos sobre os dedos dos pés. Pra ela, ficavam bem apenas em um hobbit.

No caixa, pagando, ela notou que, se comprasse, não teria outra desculpa pra aparecer ali.

- Puxa, me desculpe, acho que meu dinheiro não dá pra levar ele.
- É original, raridade. Tenho outros, mas não dessa tiragem.
- Eu posso voltar no final da tarde pra buscar?
- Claro, qual seu nome?
( ai, nome, com seu nome nada comum, com uma simples procura no google, ele descobriria que ela é maluca)
- Amábile! – respondeu de sobressalto.
- Prazer, Fernando.
( ” Não, Fernando não pode, Fernando só pode haver um, é tipo highlander” – pensou ela, pensando em Fernando )
- Fernando, eu volto.
- Certo, boa tarde.

( Ao ver ela sair da loja, ele se sentiu o cara mais idiota do planeta, onde ele estava com a cabeça de dizer que o nome dele era Fernando, se ela voltasse e procurasse por algum Fernando e ele não estivesse iriam achar que ele era maluco. )
Naquele dia, justo naquele dia, ele acordou determinado a deixar de ser um mero espectador.
Colocou uma camiseta dos Ramones, sua calça jeans preferida, uma que já fazia o caminho do trabalho pra casa e de casa para o trabalho sozinha, os mesmos all star vermellhos de sempre, aqueles que ele não usava desde seus 18 anos, e foi trabalhar.

Ele sabia que ela passaria ali na mesma hora que passava todos os dias, vestindo suas camisetas do Ramones que só mudavam de cor. Decidiu que dessa vez chamaria a atenção dela. Passou a manhã toda com os vinis na mão, lendo os títulos das músicas.

- “Can’t Get You Outta My Mind” será que ela entederia ?
- Não, acho que talvez fosse melhor… “I can’t seem to make you mine” …
- Que loser! Não, melhor “My My Kind Of A Girl”!
- Pare, piá! “She´s a sensation” !
- Claro, ” She´s a sensation”!!!

Depois de um breve diálogo consigo mesmo, ele pega o Pleasant Dreams e coloca na vitrola, mas ao invés de colocar a faixa 7, ele coloca a 9 …

Ao levantar seu olhar, lá está ela, na porta da loja, parada, e dentro da loja tocando “You Didn’t Mean Anything To Me” …

Uma ligeira dor na boca do seu estômago, seguido por um nó na garganta, sensação de vertigem, falta de ar, fez com que ele não conseguisse pensar em nada. Só notou que ela nem estava com uma camiseta dos Ramones naquele dia.

- Vai lá, idiota, fala com ela.
- Não era pra ser assim, era pra ela parar, e entender a música, perguntar se eu gosto de Ramones. Estava tudo planejado na minha cabeça.
- Vai, piá, pare de discutir com você mesmo, vai, e fala com ela, é seu trabalho.
- É, é só o meu trabalho.

O menino da loja de vinis, andou aqueles poucos metros do fundo até a entrada da loja, com as pernas bambas, coração acelerado, e ensaiando o que iria dizer pra que não parecesse tão idiota quanto estava se sentindo.

- Procurando algo específico? ( “Merda não acredito que disse isso, eu devia ter dito algo menos default” voltou ele a falar consigo mesmo em meio a síncope pela qual seu corpo passava )

- You´ll never know how much I really love you…
- O que?
( “Cala a boca, idiota” – pensou ele sobre si mesmo, ao perceber o que havia dito )
- Sabe, aquela música dos Beatles, que diz ” You´ll never know how much I really love you. You´ll never know how much I really care”
- Do you want to know a secret? Do you promisse not to tell?
( aquilo seria um diálogo?)
- Essa!
- Está nesse LP! – diz ele tirando o Yellow Submarine das mãos dela e lhe dando o Please please me.
- Ah, aqui, faixa 11.
- Isso. Mais alguma coisa?
- P.S. I love you.
- Nesse mesmo álbum. Faixa 9. – diz ele apontando para a faixa. ( “Que perfume é esse?” pensou ele ao sentir o cheiro mais doce e azulado que já sentira na vida.)

Ele a encaminhou ao fundo da loja, onde ficava o caixa, tendo a certeza que perdera a única chance de chamar a atenção da menina das camisetas dos Ramones. E ela, justo ela, justo naquele dia em que ele resolveu colocar uma camiseta dos Ramones e ouvir Ramones pra ela, queria um vinil dos Beatles.

Tentou pensar em uma maneira de fazê-la voltar.

- Qual o preço?
- R$ 270,00 ( talvez ela pedisse um desconto e um diálogo fosse mantido)
- Puxa, me desculpe, acho que meu dinheiro não dá pra levar ele.
- É original, raridade. Tenho outros, mas não dessa tiragem.
- Eu posso voltar no final da tarde pra buscar?
- Claro, qual seu nome?
- Amábile!
- Prazer, Fernando.
- Fernando, eu volto.
- Certo, boa tarde.

Naquele dia, justo naquele dia, as coisas não aconteceram como eles gostariam que tivesse acontecido, mas, se tivesse sido, nada disto teria sido escrito, e vocês não iriam querer saber o que aconteceu no final da tarde. Às vezes, o amor perfeito, arde. Às vezes, se torna tarde demais. E querem saber? Ainda assim, existe beleza nisto.

Dá pra entender porque as pessoas mais parecidas, com maior índice de afinidades, sempre acabam atritando, quando na verdade deveriam estar remando pro mesmo lado?

Realmente não entendo, e estou desistindo de entender.

Sabe que tenho percebido que existe um tipo de pessoa que não gosta de ficar sozinho, é o tipo de pessoa que não se suporta. Quando você está sozinho, você pensa, se escuta, e tem que ocupar os espaços vazios com VOCÊ.

Por exemplo, eu, adoro ficar sozinha, e eu bem que não me suporto auhauha, mas amo ficar sozinha, escrevo, desenho, pinto, recorto, agora vou poder fazer minhas próprias roupas, espero em breve aprender a tecer, e fico escutando música, criando músicas, inventando histórias… e todas aquelas avarias conhecidas…

Mas quando estou sozinha, dialogo comigo, ouço minhas mazelas, as entendo, penso sobre elas, crio soluções.

Quando estou com outras pessoas, não tenho silêncio, não tenho vazios, e eu odeio isso, acho que sou meio música de Erik Satie, preciso do silêncio entre as notas, preciso do eco.

Eu sei que isto tudo é um fator aspie exacerbado. Mas eu sei respeitar isto em mim. E gosto que aconteça dessa maneira.

Sabe que eu chorei demais hoje. Porque vi os cachorrinhos que sofreram com aqueles desmoronamentos todos, e pensei nos gatinhos, tão frágeis. Se eu tivesse muita grana, criaria uma brigada de salva vidinhas. Pra resgatar bichos.

Pelo jeito está aberta a temporada de criação de fósseis. Natural.

Mas o que me incomoda mesmo… são os bichinhos, quem vai resgatar eles? Sempre vão colocar um humano em primeiro lugar, e os cachorrinhos? Os gatinhos? Imaginem os passarinhos nas gaiolas?

Putz, me senti um pouco mal, por não chorar ao ver os humanos desabrigados, mas por despencar ao ver o dog. Acho que porque o dog não tinha escolha naquela situação, e nem socorro.

Pessoas são complicadas, animais não. Eu sempre digo que queria ter um rabo. Um rabo não, uma CAUDA, porque tinha que ser útil. Mas imagine se todo mundo tivesse uma cauda. Cauda não mente! Nem ia dar pra disfarçar que a gente não fica empolgada quando aquele menino lindo diz OI pra gente auhaua… xD    só acho totalmente dispensável essa coisa que cachorro tem um de cheirar o forévis do outro pra se sociabilizar…

Mas enfim… chega de bobagem. Vamos tentar remar pro mesmo lado, só por hoje?

Beijo negado.

janeiro 13th, 2011

Afeto calado.

Só aprendo o que não presta.

janeiro 13th, 2011

Aprendi a gostar de ti.

( foto imaginária do personagem reaL ) kkkk #fuimá

- Oi?
- Oi, você aqui na minha casa? A que devo a honra?
- Estava sem nada melhor pra fazer, resolvi vir aqui falar com você.
- Algum problema?
- Porque? As pessoas só o procuram quando estão com problemas?
- Geralmente não. Pra ser sincero as pessoas só me procuram quanto tem algum interesse.
- Que horror, em que tipo de pessoa você se transformou?
- Não me transformei, não fui o agente ativo dessa mudança, quando notei, as coisas já eram assim.
- E quando notou isto?
- Acho que há poucos instantes. Não sei, sou um cara com 35 anos de idade, trabalho com algo que parece interessante, mas na verdade é uma rotina chata, onde tenho que parecer engraçado, popular, mas sei que sou um bosta fracassado.
- Acha mesmo isso de você?
- Acho, quando eu era adolescente, achava que ia conhecer uma menina, me apaixonar, achava que ia morar fora, fazer uma faculdade legal, e dar continuidade a todos os meus sonhos, achei que nessa idade em que estou, estaria casado, com filhos, me divertindo, com uma vida estável, feliz, mas eu sou um merda, ainda moro com minha mãe, assim como minha mãe morava com minha avó, não conquistei nada, na verdade, não sou ninguém. Sou um merda encostado, não sou criativo, sou oportunista, fraco, triste, carente.
- Meu Deus, nunca imaginei que aquele menino engraçado, feliz, inteligente, espirituoso ficaria assim. Sabe, conheci um senhor, que era um merda, e acabou sozinho, mas viveu feliz, sempre acompanhado, sempre rindo, embora tenha tido um final triste, foi um final, mas você, você está vivendo seu meio nesse lodo, como aguenta?
- É simples, basta convencer as pessoas de que não sou um merda. Basta continuar sendo o palhaço da turma. Fazer os contatos que me interessam, tomar as atitudes que me interessam, que possam alí na frente me abrir essa ou aquela porta, e assim vou levando. Basta parecer que se é feliz.
- Mas eu olho pra você e não vejo uma pessoa feliz.
- Porque você vê além, as pessoas enxergam apenas o que mostramos, não me olham nos olhos, não me constrangem.
- Sinto pena de você.
- Eu também sinto.
- Não acha que deve salvar a si mesmo deste destino que está costurando?
- Eu sei que vou ficar sozinho, pois as meninas pelas quais eu me interessaria não se interessam por mim, as meninas bonitas que querem ficar comigo, são pobres, burras e ignorantes querendo alguém que seja melhor que elas em algum aspecto, querem algo que não tem, percebo que é interesse, e me aproveito delas quando posso, as bonitas e inteligentes, sabem, quando me olham, que eu sou um merda. Não me vejo com alguém mais, casado, com filhos. Pois não aceito ficar com uma pessoa apenas porque sei que não consigo algo melhor.
- Entendi, cara, nossa, que vida podre.
- Mas veja só, minha vida é vida de adolescente, eu ainda faço as mesmas coisas que fazia aos 17 anos de idade.
- Eu vi, e te vi só, vejo você vivendo vida de adolescente, ainda fazendo as mesmas coisas que fazia aos 17 anos de idade. Ou seja, rodando em circulos, como um ratinho em uma gaiola correndo atrás do próprio rabo. Embora sua gaiola seja dourada, é uma gaiola, e prende tão bem quanto qualquer outra. É pra isso que ela serve. E embora se orgulhe dela, ela ainda é o que é. E você ainda é o que não consegue deixar de ser.
- É, acho que é isto mesmo.
- Vou embora agora.
- Vá, preciso ficar só.
- Mesmo comigo aqui, lhe fazendo uma visita, você nunca deixou de estar só. Por nem um segundo.
- Eu sei, vá agora.
- Tchau.
- Tchau.

Joseph Mary Plunkett & Grace Gifford

Pra quem estiver afim…

Shanadú ou Shangri-la?

janeiro 12th, 2011

Hoje acordei disposta a concordar com algumas pessoas, e a lista de pessoas é bastante grande e acho que começa com minha mãe me mandando air debaixo de uma escada cor-de-rosa de madeira pintada com latex aberta na porta do quarto dizendo que aquilo não era um castelo e eu não era Lady Marion ¬¬ , pois é, embora aquilo não fosse um castelo e eu não fosse a Lady Marion, hoje eu tenho meu castelo e se eu acordar querendo me chamar Lady Marion, sim sim que é isso que eu vou fazer. Mas tenho que concordar, meu mundo não existe. Mas meu mundo não existe n realidade das outras pessoas, porque elas tomaram como suas, uma realidade porca pré-existente, pré-formatada, esperando por mais uma pecinha que se encaixasse, embora as pessoas tenham personalidades diferentes, cada uma delas se encaixa, exercendo seu papel, pra que algo maior funcione kkkkk

Que piada, será que ninguém é capaz de enxergar que do jeito que está funcionando não está funcionando? Não me canso de perguntar isso.

Poucas coisas me deixam mais azedas do que ter que conviver por longo período de tempo com pessoas. Eu sei que vai ter alguém pra dizer ” mas logo você dizendo isso, justo você que tem amizades e relacionamentos tão longos”   pois é, justo eu, pois uma coisa é conviver com pessoas que você escolhe, e outra coisa é conviver com pessoas que por um motivo ou outro você precisa conviver. Conviver com pessoas e suas mazelas é algo que lhe rouba a alma se você não está disposto a isso.

Dia desses me aconteceu algo que me deixou irritadissima. Mas depois da filhadaputice jauinesca digerida e regurgitada, me veio um sentimento de pena.

Percebi o quanto a conveniência e essa ilusória necessidade de adequação DEVORA a alma das pessoa, as torna doentes, dementes, más, e embora com dinheiro tenham dinheiro no bolso, não detém nenhuma dignidade, e muito menos felicidade.

Vejam o caso daquele amigo de infância que citei, era um garoto feliz, alegre, engraçado, querido, hoje é um cara sozinho, mal amado, percebe-se que fisicamente não está saudável, virou um homem podre, e sozinho. Pois um grande amor na vida dele, desses que valem uma vida, não tem nem espaço pra acontecer, é um coitado. Embora um dia possa ser bem sucedido financeiramente, nos quesitos que valem mesmo uma vida, é um coitado. Digno de pena. Em nome do que as pessoas se deixam consumir dessa maneira?

Tenho que me manter distante disto, pra minha sanidade. Comportamento assim contamina, pois existem tantas pessoas vivendo esse esquemão, que parece que isso é o natural de ser, e na verdade isto não é natural, é apenas normal e aceito, porque criaram certas normas, nada naturais, e as pessoas passam por cima da sua real natureza para entrarem no esquemão. Porque? PORQUE SÃO BURRAS, não questionam, apenas aceitam porque alguém disse que é assim que funciona.

Mas no fundo elas sabem, porque existe um instante no dia, em que não se foge de si, é um segundo antes de dormir, quando o mundo todo silencia, e você escuta o que vocês está querendo te dizer. E pra quem vai contra sua natureza, é difícil de dormir, tem que se dormir dopado, bebado, narcotizado, senão VAI ESCUTAR OS BERROS DE UMA ALMA EM PÃNICO. Morrendo, sendo torturada dia a dia, e sozinha, mesmo que com alguém ocupando o lugar ao lado da mesma cama.

E DURMA COM ESSE BARULHO?!

No instante antes de dormir você sabe, quem é, o que quer, se está satisfeito ou não, feliz ou não. Mas os que vivem feridos pla lâmina da banalidade farão de tudo pra não escutar, inclusive se convencerem de que sim, estão felizes, mas, nem o mais eficaz método de autoconvencimento é capaz de calar essa voz.

Realmente tenho que concordar com todos, meu mundo não existe. Mas de tanto não existir, eu resolvi inventar, pois todas as coisas que existem partem de uma invenção. Então, que tal você também inventar seu mundo de uma maneira melhor só por hoje?

^^

como diz meu amigo Marcos (ai ai) da Agrotóxico ” Fuck the system” !

Quero ser Rainha de Cockaigne!

janeiro 11th, 2011

Já disse que adoro BBB? auhauh

È verdade, adoro esses simulacros, essas “ficções de realidade patrocinadas” , adoro zoológico de humanos.

Teve um que eu fiz listinha, criei valores, funções auhauhaa verdade, parei com isso, nem tenho saco pra acompanhar como antes, mas é realmente engraçado. e olha que nem costumo assistir tv.

Sabe que estava pensando, que eu adoraria participar de um confinamento, com pessoas estranhas, nessas condições, porém só se fosse em Reikjavik, que eu pudesse voltar pra casa e ninguém nunca sequer imaginar que eu fiz isso. Tem coisa mais cretina do que ter a tag ex-BBB na testa  kkkk, se você ganhar, vá lá, mas se não ganhou, é tri vergonhoso. Nada melhor que o anonimato. Te dá liberdade.

Não sei como eu me comportaria em um ambiente cheio de gente estranha, competitiva, e tão diferente de mim. É difícil demais viver com pessoas com as quais não se tem nenhuma afinidade, FAMILIA é um BBB sem prêmio que valha a pena. Jamais conseguiria viver em família novamente, a não ser a minha própria, minha penca de filho, ai sim.

Mas, pai, mãe, irmãos, mesmo teto, não.

Nunca consegui, já não conseguia quando era criança.

Sabe que hoje inventei de ler sobre Plunkett e não achei nada na net ¬¬

Ganhei uns livros antigos, e em um deles tinha uns fragmentos do Plunkett e ilustrações da Grace. Gostei tanto, mas parece que não é muito conhecido. Acho que me identifiquei com a Grace em alguns aspectos.. sei lá, de maneira bizarra até…

Mas deixa pra lá, depois leio mais sobre eles. #amei.

Preciso querer morar em algum lugar. Às vezes o acaso fica preguiçoso?

Acho que estou em crise auhauahuah será?

Queria um campo de miosotis azuis a perder de vista. Não quero mais xD

THIS IS CWB!

- Você é um saco, sabia?
- Porque está me dizendo isso?
- Porque alguém tem que lhe dizer isso.
- E porque você se julga a pessoa mais apropriada pra me dizer isto?
- Porque percebi que ninguém se acha apropriado o suficiente para esta tarefa, e já que compartilho boa parte do meu precioso tempo com você, acho pertinente que saiba que você é uma pessoa bastante chata.
- Nossa, mas o que eu faço pra que você me ache uma pessoa tão insuportável assim?
- Você é uma pessoa pragmática, cheia de manias inúteis, faz críticas desnecessárias o tempo todo porque não tem coisa melhor pra fazer, inventa coisas idiotas pra fazer, pra ocupar seu tempo, porque não sabe o que fazer se tiver tempo.Você deve ter medo de pensar, pois se pensar, verá que tem que mudar alguma coisa na sua vidinha medíocre. Você é uma pessoa extremamente sem graça. Uma boa pessoa, mas insossa. E posso dizer que bastante ignorante.
- Se eu não soubesse o quanto você é uma pessoa grossa e estúpida eu me incomodaria com isto.
- Você não se incomoda porque se incomodar é sair da zona de conforto, e você gosta de estar …  ai, desta maneira.
- Talvez eu seja uma pessoa sossegada.
- Talvez você seja uma pessoa submersa em fleuma.

………

Coisas que escutamos por aí.

Finalmente meu 2011 começou?

janeiro 11th, 2011

Quando mais eu vivo, mais certa eu fico de que, pessoas = problemas.

2010 foi muito bom pra mim, foi saudável, foi feliz, foi cheio de altos e baixos quando se trata de humor, mas onde eu precisei, tive estabilidade. E tudo foi muito bem, até novembro.

Novembro e dezembro, foram dois meses péssimos, os piores do ano, passei a maior parte do tempo super inchada, parecendo um baiacu. Mas finalmente tudo está novamente entrando nos eixos, nos meus eixos. Claro que tiveram momentos bons.

Mas de fevereiro a novembro, as coisas realmente funcionaram.

Comecei a hoje a estudar um pouco de direção de arte, estou apaixonada por produção de objetos e figurinos. Mas vamos por partes… estou pensando em brincar com dimensões menores, quero adquirir técnicas de produção de objeto em miniatura pra poder tirar de dentro da minha cabeça tudo que tá se passando aqui…

Estou um pouco confusa quanto a probleminhas cartesianos, é horrível você depender de uma decisão alheia pra tomar uma decisão pessoal, isso consome muito minha energia mental e consequentemente física. Mas vou fazer o seguinte. Vou esperar até amanhã pra ver o que decidem, caso me enrolem, vou decidir a coisa do jeito que eu sei resolver.

Com a delicadeza que me é peculiar ¬¬ e foda-se, pelo menos o silêncio mental me será devolvido plenamente.

Sitoshna

janeiro 6th, 2011

Net exporadicamente, novamente… No meio do caminho havia uma lan, havia uma lan no meio do caminho… xD

Enchendo linguiça….

janeiro 4th, 2011


Notem a cor do nosso Historiador preferido… acho que isso se chama vergonhinha ^^


ah.. pena que minha make up restart ( afe ) nem apareceu direito na  foto ¬¬


( eu nem sei pq as pessoas acham meus óculos estranhos… nos anos 80 eram normais ¬¬  me gusta )

Estou sem tempo pra postar algo que preste…

Fotos só pra dizer que, às vezes, pode ficar em um pequeno lugar, apertado, durante horas e horas e horas, não chegar a lugar nenhum, e ir muito mais longe do que se pensa.

xD

No carro, Ni aka J.P. Fernandes, aquele que não tinha entrado na história, e não apareceu na foto… Lili, a dona do Ray Ban que tbm não apareceu na foto…   Lalalala Polli, o recheio do sanduiche, Silvicula, e eu ^^

Tipo Tchau xD

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